Caracterização bioquímica de venenos e secreções de animais marinhos

O ambiente marinho é uma fonte rica e inexplorada de novas moléculas. Alguns medicamentos que conhecemos hoje são provenientes de animais marinhos, o que mostra a aplicação terapêutica dessas moléculas para o tratamento de câncer, vírus, entre outras.

Venenos e secreções desses animais contém uma mistura complexa de moléculas utilizadas pelo próprio animal para defesa e digestão da presa, de onde podemos tirar os novos compostos.

Os venenos também são responsáveis por acidentes em humanos, quando banhistas ou mergulhadores entram em contato com os animais. Dessa forma, entender a composição bioquímica dessa mistura de moléculas pode nos ajudar a entender o envenenamento e a melhor maneira de trata-lo.

Nesse projeto buscamos, então, o entendimento desses venenos e secreções para obtenção de novas moléculas com fins terapêuticos e a melhor compreensão do envenenamento.

Um dos animais em estudo é a Macrorhynchia philippina, um hidroide comum no litoral de São Paulo, que provoca reações desagradáveis no contato com a pele. Já identificamos atividades biológicas interessantes de compostos extraídos desse animal.

Para isso, realizamos testes in vitro e in vivo em camundongos, e estamos avaliando diversas atividades.

Além disso, estamos avaliando a morfologia microscópica do animal para entender a origem das moléculas, por técnicas de histologia.

Participantes

Jefferson Casalotti Viana

Aluno

Dra. Thalita Rocha

Bióloga, Mestre e Doutora em Biologia Celular e Molecular

Dr. Marcelo V. Kitahara

Oceanógrafo, Mestre em Geografia e Doutor em Biologia Molecular 

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