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Moléculas de animais marinhos e anfíbios para o estudo de novos alvos moleculares e tratamentos para a Doença de Alzheimer

    A Doença de Alzheimer (DA) é a 7ª causa de morte no mundo, sem cura até o momento, sendo que o único tratamento clínico disponível é baseado em anticolinesterásicos. Acredita-se que a atividade de secretases sobre a proteína APP gera certos peptídeos amiloides que se agregam e acumulam em regiões do cérebro, causando disfunção mitocondrial, lisossomal, inflamação e apoptose.
     O melhor entendimento do mecanismo da doença, em nível celular, se faz necessário, bem como a busca por novas moléculas para um possível tratamento. Neste trabalho, novos inibidores de secretases, inflamassomo, liberação de espécies reativas de oxigênio e moduladores de catepsinas serão buscados a partir de extratos de animais marinhos e anfíbios da biodiversidade brasileira.

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Auxílio Regular FAPESP 19/19929-6
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